sábado, 9 de abril de 2016

Nascer do sol no Guincho

Depois bebemos um Nescafé e cantámos o "I can see clearly now the wind is gone"...

11 comentários:

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    1. É verdade NM, foi um momento extremamente belo.

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  2. Deduzo que tenha corrido bem, Senhor Ministro.
    Conto com a sua agilidade para desbloquear as verbas necessárias ao arranque da minha start-up de dicas sentimentais on-line. Assim para começar estava a pensar numa linha de crédito 5 milhões de euros, a fundo perdido, e um estatuto fiscal especial, só para começar. Que lhe parece?

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    1. Só? Acha que consegue começar com essa miséria?

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    2. Tem razão, Senhor Ministro, não tenho grande experiência no mundo empresarial, e tinha feito as contas apenas ao arranque propriamente dito, uma espécie de vernissage mas em ainda melhor (em bom não chega), bar aberto de champagne, Beluga à discrição, um catering caprichado, hã? Eu depois peço-lhe umas dicas, que já vi que o Ministro é um bon vivant.
      Mas tenho de pensar a longo prazo, um mês. O primeiro mês, já se sabe, é aquele em que ainda há muita aresta para limar, são casa de banho para remodelar, são candeeiros para pendurar, quadros para afixar... Assim para começar ainda não estou a pensar adquirir instalações próprias, isto é negócio para se internacionalizar em menos de um fósforo, de maneira que ainda não sei onde me vou fixar. Ouvi falar no Panamá, diz que está na berra, e uma pessoa já sabe como são estas coisas, quem não aparece esquece, eu sinto que tenho de estar no lugar certo, na hora certa, preciso de aproveitar o mediatismo, está a ver? 50 milhões para o primeiro mês, acha mais razoável?
      Depois, quando decidir onde quero fixar a sede, uma coisa para fazer sombra ao Burj Khalifa, voltamos a falar. Para já, se pudesse dar uma palavrinha ao professor Marcelo, eu não me importo de ocupar o Palácio de Belém nos primeiros tempos...

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    3. Ó Mirone é para já!
      ...
      ...
      ...

      Ó Marcelo, baza!
      ...
      ...
      ...

      Já está tudo tratado. Pode começar quando quiser.

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  3. (Também muito haveria para dizer sobre isso de tratar as pessoas por ó)

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  4. (Quando se pensa que se está a civilizar...)

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